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Palestra EducaWeek: Futuro das Profissões


Por Filipe Gerude

Co-fundador e CEO da FutureMe


O 'Futuro das Profissões' é um tema importante para todos nós. Para nossos estudantes, principalmente. A maioria das pessoas tem receio de como as novas tecnologias, as automações e a globalização afetarão suas carreiras.


Porém, é natural termos receio do desconhecido e, de fato, a velocidade das transformações que vivemos é impressionante e traz mudanças para o nosso dia a dia. A cada dia que passa, surge um novo aplicativo, uma nova tecnologia ou uma nova profissão. É difícil ficar por dentro de tudo. Impressora 3D, Realidade Virtual, Realidade Aumentada, Inteligência artificial, blockchain, criptomoedas, computação quântica, internet das coisas, Deep learning, NFT, metaverso... Parece que não tem mais fim. 

Toda essa onda de novas informações e renovações, traz à tona o conceito de mundo VUCA, que atualmente se transformou em mundo BANI. Para quem não sabe, o conceito de mundo VUCA surgiu nos anos 90 e descreve o mundo como um ambiente:


Em 2018, considerando todos os avanços e desenvolvimentos tecnológicos, o conceito do mundo VUCA não era mais suficiente para representar nossa realidade e, assim, o mundo BANI foi criado pelo antropólogo Jamais Cascio.



Ou seja, um completo caos, um ambiente completamente exposto à mudanças inesperadas e um turbilhão de informações e estímulos que influenciam diretamente a nossa saúde mental, qualidade de vida e trabalho. 

Mas podemos aprender a navegar neste ambiente de incerteza, compreendendo a beleza por trás da transformação constante: não precisamos prever o futuro. O que precisamos é desenvolver as habilidades necessárias e aproveitar as oportunidades que surgem neste contexto. Dessa forma, estaremos preparados para qualquer desafio. 


O Futuro é de abundância


Lembre-se: as novas tecnologias nos alavancam. O FUTURO É DE ABUNDÂNCIA. Cada um de nós tem mais acesso à conhecimento, capital e poder computacional do que o presidente de qualquer país ou grande empresa tinha há 20 anos. Nosso celular é mais potente do que o foguete que foi a lua em 1969. Ao nos apropriarmos deste pensamento, podemos compreender que nós, individualmente, temos uma capacidade massiva de transformação. Pressupondo que temos garra e recursos mínimos - não sejamos ingênuos -, a compreensão da nossa capacidade, utilizando esses recursos abundantes, faz toda a diferença. 


Mas, afinal, como preparamos nossos estudantes para este mundo BANI e de ABUNDÂNCIA? 

Para mim, existem duas grandes frentes em que podemos atuar: Habilidades do futuro e Orientação Profissional.



Preparo para esse momento é fundamental


Desenvolver nos estudantes as habilidades socioemocionais e habilidades ligadas à tecnologia deve ser o foco. De acordo com um estudo da McKinsey, as três principais habilidades do futuro são adaptabilidade, lidar com incertezas e comunicar-se de forma objetiva.  

Na segunda frente, existe uma grande lacuna: orientação profissional não é uma realidade para grande parte da população, e a sua ausência afeta toda cadeia produtiva. Trago alguns números para evidenciar o problema:

. 54% dos vestibulandos ainda não escolheram o curso. 

. 59% dos universitários mudam ou abandonam o curso. 

. 90% dos profissionais não estão felizes em seus trabalhos.


R$ 7 bilhões é o gasto estimado do Estado e das famílias com universitários que mudam de curso por falta de identificação. 

O estudante precisa escolher a profissão muito cedo e, sem apoio, fica perdido. Com novas profissões surgindo, a escolha fica ainda mais complexa. Por isso, precisamos oferecer ferramentas para os alunos escolherem a profissão com mais consciência. Como a BNCC indica, precisamos torná-los protagonistas de suas decisões de carreira para que sejam profissionais mais realizados, felizes e tenham propósito em suas vidas. 


Para alcançar este objetivo, devemos enxergar e respeitar as potencialidades de cada um e tratá-los de forma personalizada. Cada pessoa é única, logo cada carreira também se faz única. 

Em um primeiro momento, o estudante precisa compreender seus interesses, habilidades e propósito. Em seguida, começar a explorar o mundo das profissões, inclusive as novas profissões que surgem a cada dia e, por último, é fundamental realizar um “match” com o curso que combina consigo e que destrave o seu potencial.  



"Como a BNCC indica, precisamos tornar os estudantes protagonistas de suas decisões de carreira para que sejam profissionais mais realizados e felizes" - Filipe Gerude (Cofundador e CEO FutureMe)


 

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Nós acreditamos que todos os estudantes deveriam passar por um

processo estruturado de escolha profissional!

Venha fazer parte desta revolução!


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